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quinta-feira, 3 de setembro de 2009

Começa hoje a maior aventura da minha vida...

sábado, 29 de agosto de 2009

The sun always shines since we got together. There's no cloud in sight, it confiscates the darkness. Sunshine, sunshine, it burns my skin.






Reminds me of the blush the first time we kissed.

sexta-feira, 21 de agosto de 2009

"Morta por dentro, mas de pé, de pé, como as árvores".

Às vezes ainda tenho estas recaídas. Por passar por alguém com o mesmo cheiro, por ouvir algum telemóvel com o mesmo toque que o teu, por ouvir alguma música que, já naquela altura, me fazia lembrar de ti. Sequei as lágrimas e, com elas, o peito, que ficou que nem uma passinha de uva: seco, sem sumo, quase sem utilidade, mas doce a quem o souber alcançar... Sei, tenho a certeza, que não sou a mesma, nunca poderia ser. Passar incólume por aquilo que passei é tarefa para quem ainda está por nascer. Se sou pior ou melhor, não me cabe a mim julgar. Estou diferente. Sinto-me muito mais forte, mas ao mesmo tempo sinto que um leve sopro me derruba.
Morta por dentro, mas morro de pé...
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E com isto tudo, já lá vão 10 meses... :)
Obrigada por estes dias contigo... És tudo :)

sexta-feira, 31 de julho de 2009

Sines...

Foi especial:

-Acordar contigo, adormecer contigo, estar contigo!
-Praia - pouca.
-Os concertos.
-A Susana, o Tiago, os estranjas, o Emm, o Carlos, a Vanessa, a Joana...
-Um contador de histórias chalado, mas genial.
-Fireplay todas as noites.
-Alamaailman Vasarat.
-Mor Karbasi.


Foi! E será sempre especial enquanto me lembrar :)

segunda-feira, 6 de julho de 2009

Olha...




































<3!

segunda-feira, 23 de fevereiro de 2009

Cada pedaço da nossa história é escrito em pautas que conseguimos associar. Há uma música de fundo no primeiro beijo, na primeira troca de olhares, sempre que nos reecontramos. A arte recriando um ambiente.
Amar é, ele própio, uma arte. É perder o tempo em fios de magia e ganhar a eternidade num momento. É do medo fazer coragem e das fraquezas, forças. É esculpiar castelos no ar e atravessá-los de braço dado. É abraçar-te sem mais nada, apenas nós e o silêncio por companhia, não é necessário mais nada. O teu brilho não ofusca, reluz discretamente, a tua voz não se ouve, escuta-se...