No fim acaba tudo por perecer, mas há aquilo que fica. Há vozes cujos ecos se repercutem nos rochedos do tempo e voltam para nos assombrar. E nem mesmo a negrura do nada as pode um dia abafar. Talvez no fim do mundo, quando tudo for cinza e nem o vento sopre para as espalhar...
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sábado, 22 de agosto de 2009
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09:23
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Adinatha Kafka
sexta-feira, 21 de agosto de 2009
"Morta por dentro, mas de pé, de pé, como as árvores".
Às vezes ainda tenho estas recaídas. Por passar por alguém com o mesmo cheiro, por ouvir algum telemóvel com o mesmo toque que o teu, por ouvir alguma música que, já naquela altura, me fazia lembrar de ti. Sequei as lágrimas e, com elas, o peito, que ficou que nem uma passinha de uva: seco, sem sumo, quase sem utilidade, mas doce a quem o souber alcançar... Sei, tenho a certeza, que não sou a mesma, nunca poderia ser. Passar incólume por aquilo que passei é tarefa para quem ainda está por nascer. Se sou pior ou melhor, não me cabe a mim julgar. Estou diferente. Sinto-me muito mais forte, mas ao mesmo tempo sinto que um leve sopro me derruba.
Morta por dentro, mas morro de pé...
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E com isto tudo, já lá vão 10 meses... :)
Obrigada por estes dias contigo... És tudo :)
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18:13
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Adinatha Kafka
segunda-feira, 10 de agosto de 2009
Between the lines it's hidden in the smile: can't you hear a cry for love?
4 dias
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09:40
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Adinatha Kafka
sexta-feira, 31 de julho de 2009
Sines...
Foi especial:
-Acordar contigo, adormecer contigo, estar contigo!
-Praia - pouca.
-Os concertos.
-A Susana, o Tiago, os estranjas, o Emm, o Carlos, a Vanessa, a Joana...
-Um contador de histórias chalado, mas genial.
-Fireplay todas as noites.
-Alamaailman Vasarat.
-Mor Karbasi.
Foi! E será sempre especial enquanto me lembrar :)
à(s)
04:01
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Adinatha Kafka
segunda-feira, 6 de julho de 2009
sexta-feira, 29 de maio de 2009
Ainda que desfocados e perdidos em nevoeiro, os nossos sorrisos serão sempre grandes e abertos para o mundo, seja onde for, seja porque for...
Ando completamente de cabeça perdida com tantos trabalhos... Pouco tempo... Desculpem-me.
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13:00
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Adinatha Kafka
sábado, 16 de maio de 2009
Na minha justiça, qualquer que seja o momento, sentimento, descaminho colocada num dos pratos, imediatamente catapultada, quando o amor se aproxima e acomoda-se do outro lado. Levanto os braços por esse entorpecimento de alma... Solto a voz contra essa bravura de peito solto a cavalgar nas asas da loucura... Caminho em silêncio. Perpetuo uma greve de fome... por todas as almas molestadas e trôpegas que deste mal padecem. Aí está a leveza de um ser que te deseja, que se despe, que sofre por não poder voar...
Longo ainda é o caminho que percorro na escuridão, onde apenas tacteio para te encontrar.
Como queria cair e esperar-te apenas...
à(s)
18:42
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Adinatha Kafka