sábado, 28 de março de 2009
quinta-feira, 26 de março de 2009
Para quem leu os livros da saga Luz e Escuridão:
Sinto que me estou a transformar. Estou toda a arder por dentro, dói-me o corpo todo, estou com vontade de bater em alguém a ver se passa.
Também pode ser só uma constipação...
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Adinatha Kafka
sábado, 21 de março de 2009
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Adinatha Kafka
sábado, 28 de fevereiro de 2009
6 Coisas, 6 Links!
Respondendo ao desafio do meu querido Santy, em http://santeago.blogspot.com/, no qual eu deveria dizer seis coisas acerca de mim, cá vai:
- Sou completa e inexplicavelmente viciada em chá e café! E nem é pela cafeína, porque os chás que mais gosto são os de ervas.
- Adoooooro fazer bijuteria e artesanato e sou capaz de passar horas de roda das retrosarias à procura "daquele" material que ficaria perfeito "naquela" peça.
- Estudo Jornalismo e não me vejo a fazer mais nada porque gosto mesmo muito do que faço!
- Sou moderadora de um fórum LGBT e não tenho complexos nenhuns :) bem pelo contrário, orgulho-me de fazer parte da equipa.
- Sou vozes da Tuna da minha faculdade, a ESTAtuna.
- Não gosto de desafios destes mas não resisti em responder :)
E agora, passo a batata quente a:
http://salteidemim.blogspot.com/
http://silentvoid-losthoughts.blogspot.com/
http://soletrando-me.blogspot.com/
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05:25
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Adinatha Kafka
segunda-feira, 23 de fevereiro de 2009
Cada pedaço da nossa história é escrito em pautas que conseguimos associar. Há uma música de fundo no primeiro beijo, na primeira troca de olhares, sempre que nos reecontramos. A arte recriando um ambiente.
Amar é, ele própio, uma arte. É perder o tempo em fios de magia e ganhar a eternidade num momento. É do medo fazer coragem e das fraquezas, forças. É esculpiar castelos no ar e atravessá-los de braço dado. É abraçar-te sem mais nada, apenas nós e o silêncio por companhia, não é necessário mais nada. O teu brilho não ofusca, reluz discretamente, a tua voz não se ouve, escuta-se...
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02:42
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Adinatha Kafka
segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009
Gosto cada vez mais de Pink Floyd. Se antes era uma banda que eu ouvia como "música de elevador", agora é coisa sem a qual não passo. Já ouvi o The Wall de ponta a ponta, já vi o filme uma data de vezes e a história de um artista que se isola do mundo por já não querer ser conhecido, como foi a história de vida do Syd Barrett, tocou-me como há muito alguma vida não me tocava. "Música feita quando o LSD era mais que uma droga".
Acho que foi uma vez que estava a adormecer a ouvir a Comfortably Numb e adormeci a pensar que já não se faz música assim e que os génios musicais não deviam morrer nunca, mas como interpretar a obra de um homem que nunca quis ser visto como um artista? Como alguém que pintava uma flor, fotografava a pintura, destruia-a e depois pintava a fotografia para depois a destruir? Para quem a arte era etérea, mas eternizou-se para sempre?
E nessa noite sonhei com a mega-jam que John Lennon e Syd Barrett estariam a fazer naquele momento, em algum lado, de roda das suas guitarras e de um cachimbo de água. Eu depois quero ouvir isso :)
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12:37
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Adinatha Kafka


