Basta-me saber que há sempre alguém a lutar contra a corrente para me
apetecer saltar, ir a nado ao lado dele, derretendo com o olhar todos os muros
de gelo e não consigo descansar enquanto não alcanço uma nova
nascente...
sábado, 20 de dezembro de 2008
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19:22
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Adinatha Kafka
sexta-feira, 19 de dezembro de 2008
Banda sonora da minha vida.
1. Abre o teu leitor de música e selecciona o modo aleatório
2. Carrega play
3. Para cada questão, escreve a música que está a dar
4. Passando a uma nova questão, passa a música para a seguinte
Créditos de Abertura: KeeN, Anthem of a Little Child
Acordar: Ludwig Van Beethoven, The Ninth Symphony, 2nd Movement
Primeiro dia de escola: Tenebrarvm, Requiem on Vast
Apaixonando-se: Corvos, Love Her Madly
Briga: Depeche Mode, The Sinner in Me
Acabando: Sigur Ròs, (Bamm Bamm Bamm)
Baile de Finalistas: Pink Floyd, Comfortably Numb
Vida: Moonspell, Handmade God
Depressão: The Arcade Fire, Wake Up
Conduzindo: The Angelic Process, World Deafening Eclipse
Flashback: Blasted Mechanism, What is All About
Reencontro: Paradise Lost, For Ever After
Casamento: The Karelia, The Infinite Duration
Nascimento de uma criança: Agua de Annique, Witnesses
Combate final: Astrix, Global Playboys
Morte: Assemblent, Fears
Funeral: Foo Fighters, Tired of You
Créditos Finais: Oasis, Going Nowhere
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18:58
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Adinatha Kafka
terça-feira, 16 de dezembro de 2008
Quando eu pensava que ele tecia sonhos, teceu o maior pesadelo pelo qual passei. E ainda passo. Teceu falsas cordas que eu pensava que me estavam a prender à felicidade momentânea de o ter. Falsas cordas que depois se desfizeram como quem acorda numa segunda feira de sol e diz, simplesmente "sai, acabou". Falsas cordas que um dia me içaram para cima e, desfazendo-se, me deixaram cair no abismo... Menos uma. Sobrou uma corda, que foi a única que o tecedeiro de pesadelos e angústias e ingratidões e falsidade e falsos sorrisos e podridão interior, a única que não se desfez, a única que não foi ele que teceu e me amarrou. Que foi a única corda que me amparou a queda que se avizinhava fatal.
Agora, é essa corda, frágil, que me prende a tudo. Quase como os cordéis de uma marioneta, essa corda puxa-me o diafragma para que eu respire.
Não deixes que se parta...
Edit: Mensagem 200. Weehee.
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16:23
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Adinatha Kafka
São momentos assim que me fazem pensar que realmente um dia vou conseguir ser feliz. Que lágrimas como as que já me fizeram chorar, mais dia, menos dia vão secar de vez. São dias como estes últimos que me fazem compreender que um sorriso custa menos a esboçar que uma cara feia.
Continuo a ter dias difíceis de superar. Continuo a ter lágrimas cáusticas cá dentro, continuo, muitas, tantas, demasiadas vezes, a pensar nos "e ses" da vida, a pensar em alguém que, se calhar, teria sido muito melhor que não tivesse existido. Mas contigo por perto, é tudo mais simples, é mais fácil de olhar em frente em vez de olhar para os pés, de sorrir...
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Apoxima-se, a passos muito largos, o final de mais um semestre e o final dos prazos dos trabalhos... E estou assustada. Sei que este semestre não vai ser, em nada, semelhante aos dois anteriores, em que tudo se fez com calma e sem preocupações... Mas afinal o que me falta? O que mudou (pergunta... enfim)? Mudou que sou outra pessoa. Mudou que nem sempre consigo ter ânimo para abrir os olhos de manhã, vestir qualquer coisa à pressa, passar os dedos pelo cabelo à laia de escova, engolir qualquer coisa à pressa e seguir para a escola onde já me esperas. Falta qualquer coisa. Mas mesmo assim, vou buscar forças naquilo que me dizes e que me fazes sentir. E abro os olhos para outro dia de trabalho árduo, de sobe-escadas-desce-escadas, de aulas sem interesse, de professores aguados, de encontrar quem não devia nunca ter encontrado pelos corredores da escola, de chegar a casa e jantar à pressa para voltar para mais um infinito trabalho de grupo e voltar a casa, dormir horas que não são nunca suficientes e recomeçar tudo de novo...
Mas quando é que todo este inferno acaba?
Já não tenho medos... Mas continuo com angústias que não vão sair de mim.
Não sou a mesma. Nunca vou voltar a ser a mesma.
Mas, mesmo assim, agradeço a quem nunca devia ter existido o facto de ter, realmente existido. Obrigada pelo mal todo que me fizeste. Tornaste-me uma pessoa amarga, mas forte. Deprimida, mas lutadora. Que se deixou pisar mas que, um dia, há de triunfar e sorrir sobre ti.
E agradeço-te a ti, que não exististe desde sempre mas existes agora. Que tens sido mais do que alguma vez imaginei que pudessem ser para mim, que me deixaste tantas vezes chorar no teu colo, que tantas vezes me abraçaste quando eu só pedia um pouco de doçura na vida, que foste mesmo lá abaixo para me ir buscar, que desceste comigo ao mais fundo dos infernos que a minha mente pôde criar e que, comigo, voltaste para contar a história ou enterrá-la para sempre. Por agora coexistires com quem eu me tornei, por me fazeres ainda mais forte, mais lutadora e mais triunfante.
E embora não possa ainda sorrir de alto a quem me matou, sorrio. Sorrio sempre.
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09:02
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Adinatha Kafka
domingo, 14 de dezembro de 2008
Novo blog
Criei um novo blog. Porém - e atenção! - vou manter este, com a mesma "linha editorial". O outro, a que chamei "Otários Opinativos", será um blog dedicado a opinião pessoal. Passem por lá, deixem a vossa marca, opinem, sejam otários também :)
à(s)
07:37
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Adinatha Kafka
domingo, 7 de dezembro de 2008
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12:12
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Adinatha Kafka
sexta-feira, 5 de dezembro de 2008
Tempo...
Hoje, que já estou tão cansada das palavras, há sempre tempo para mais umas contigo.
Há sempre tempo para mais uma tarde, caso tu o permitas... Há sempre tempo para mais um carinho num quarto emprestado, para um desabafo, para uma gargalhada, para desenhos rabiscados quando a aula é tudo menos onde queremos estar... Há sempre tempo para ti; para nós há sempre.
Há sempre tempo para mais um silêncio...
Então que o meu silêncio se expresse em gratidão pelo teu, que as minhas palavras te sejam de agrado pelas tuas, que os meus carinhos, embora que por vezes escassos, te sejam de conforto pelos teus...
Porque para amar-te há sempre tempo... Nem que seja quando não o sentes...
à(s)
17:55
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Adinatha Kafka