quinta-feira, 16 de outubro de 2008

Mas afinal quem és tu? Dizes que me afaste, e eu afastei-me... mas porque me olhas? Quem és tu, que me pedes para não te ver mas que continuas a a me atrair como um íman? Digo mil vezes, mil e uma, muitas vezes, que és apenas passado, um passado que não se prolongou mas que me feriu até hoje, uma ferida que va deixar marcas tão profundas como as que tens, mas porque é que eu desejo ainda que faças parte do presente?

Porque é que eu quero e não quero?

You don't have to tell me what you came for (yes I want it, I don't want it) Your eyes are drawing circles on the floor (yes I want it, I don't want it) The lack of oxygen makes my head spin yes I want it no I don't want it no...

quarta-feira, 15 de outubro de 2008

Sabes? Fazia hoje um ano. Não te lembras? Pois eu não vou esquecer nunca. Fazia hoje um ano, naquele lugar que em breve vai voltar a marcar a minha vida. Tudo começou e eu deixei-me ir. Fazia hoje um ano e nem sei se me queres ver...

segunda-feira, 13 de outubro de 2008

Espuma... ou as indefinições.

Tem alturas que me sinto como a espuma no topo do capuccino. Nem sólida, nem líquida, nem gasosa, não tenho um estado físico definido. Não é sólida que chegue para ser comida com aquele pauzinho que faz de colher, nem líquida que se beba de um trago, nem suficientemente gasosa para transformar o capuccino numa bebida com gás ou para simplesmente evaporar do copo.

Pois eu também tenho alturas em que não me sinto definida. Nem sólida que chegue para evitar que me marquem, nem líquida para me adaptar totalmente às situações. E quem me dera ser assim, leve, como uma atmosfera, para me elevar no ar, subir, subir e parar noutro lugar qualquer.

Acho que sou espuma, colada na chávena no fim do capuccino...


domingo, 12 de outubro de 2008

Look what they've done to my brains, 'ma!!

Esta apatia está a deixar-me meio alucinada...






Para não falar na ansiedade que chegue rápido quarta-feira... Roménia, Lituânia, Turquia? Os "deuses" não vão ser maus ao ponto de me deixarem ficar nesta terra onde até por ter de pensar em ir à escola me faz ficar doente...




Tenho os miolos todos enleados...

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sábado, 11 de outubro de 2008

Tudo parece ter caído perante os meus pés. Um castelo de cartas no qual eu dei, sem querer, um toque ao leve mas que foi suficiente para deitar por terra tudo o que levou meses a construir. De modo irreversível? Muito possivelmente... Mas pode ser que nem tudo esteja perdido, apenas preciso ganhar forças, ter onde me agarrar, um passinho de cada vez, afinal nem as paredes do poço mais profundo podem ser totalmente lisas...
E enquanto houver chás no Chave, abraços de urso e baloiços de jardim... as minhas forças não vão faltar...


quinta-feira, 9 de outubro de 2008

I got wiring loose inside my head, I got books that I never ever read, I got secrets in my garden shed I got a scar where all my urges bled, I got people underneath my bed, I got a place where all my dreams are dead... Swim with me into your blackest eyes.

quarta-feira, 8 de outubro de 2008

Na segunda semana após tudo, continuo sem saber como me sentir... sinto uma dormência interior, como se me tivessem arrancado do coração a parte do "gostar", do "sentir". Vejo-te, umas vezes ao longe, outras vezes na mesma sala, mas é como simplesmente não te visse. Não por minha vontade, mas para que faças a tua vida como se tivesses saltado um ano, uma elipse na tua vida, já que na minha sinto que este ano não foi em vão...

Dou-te a maior prova do que sinto por ti ao magoar-me para que não te magoes mais...