segunda-feira, 28 de julho de 2008
domingo, 27 de julho de 2008
Um copo partido está sempre vazio. Mas guarda memórias nas gotas que espalham os vidros.
Lambe-as
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Adinatha Kafka
sábado, 12 de julho de 2008
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Adinatha Kafka
sexta-feira, 4 de julho de 2008
Acordei com uma ansiedade estranha... E continua, talvez seja aquela ansiedade que me dá sempre que o revejo depois de alguns dias (mesmo que seja só um) em casa, ou quando ele vai a casa por pouco tempo que seja... Porque me faz lembrar que se vai embora, um dia. Não deveria pensar nisto, e apenas pensar em aproveitar o tempo que temos...
Mas quem é que diz isso ao meu coração?
Como é que se prende alguém que não quer ser preso? Ou que está preso e não quer admiti-lo?
Tu queres sorrir como o Steve McQueen
Falar como o Marlon Brando
E o teu olhar lembra-me o Valentino
Do Fred Astaire queres ter os pés
Cantar como o Sinatra
E eu não chego a saber quem tu és...
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07:51
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Adinatha Kafka
segunda-feira, 23 de junho de 2008
quarta-feira, 11 de junho de 2008
Despida de medos cantaria assim cores de saudade perdidas por ti...
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01:18
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Adinatha Kafka
segunda-feira, 2 de junho de 2008
domingo, 25 de maio de 2008
Falar destas coisas é sempre tão complicado... Por aqui, neste cantinho, consigo dizer tudo o que me vai na alma, mas quando chega mesmo a altura de dizer realmente o que é preciso, mesmo preciso, a roçar a urgência... as palavras embargam-se e sai apenas um fio de voz.
E acho que cada vez mais vai chegando a altura de dizer mesmo o que tenho a dizer. Passaram já muitos meses em que calei o que sentia verdadeiramente, por medo de te afastar e em que respondia sempre que não quando me perguntavas se eu estava apaixonada ou se estava a gostar "mais do que deveria" de ti. Qualquer dia, digo a resposta que eu quero dizer e tu talvez não queiras ouvir... ou talvez queiras e tenhas medo de lidar com isso...
Sinceramente já não sei. Porque eu gosto de ti, percebes? E quando o digo, digo mesmo com o coração; uma vez disseste-me que dizias que gostavas de mim mas era aquele gostar de amigo e não me querias induzir em erro, lembras-te? Pois eu nunca esqueci, foi numa noite em que para mim o mundo pareceu ruir, certamente não te lembras, como não te lembrarás de muitas outras coisas que eu nunca esqueci. E não acredito que gostes de mim como se gosta de uma amiga como todas as outras.
Entendes o que quero dizer? Pensa bem: quantas vezes paraste na rua depois de passar alguém, só porque essa pessoa tinha o mesmo perfume que eu? Quantas vezes paraste o que estavas a fazer porque na rádio ou assim passava uma música que uma única vez ouvimos juntos?
Se eu te dissesse as vezes que isso me acontece, ficavas logo a saber o que tenho para te dizer...
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quinta-feira, 15 de maio de 2008
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quarta-feira, 14 de maio de 2008
Ardo e enquanto ardo vem um e outro ser com tochas para me queimar. Uma nova Inquisiçao, o Santo Ofício do que me mantém de pé, o suplício do meu gostar de mim. Ah, mas sim!, não conhecem a fénix...
E das cinzas hei-de renascer, mais forte, mais brilhante e quem sairá queimado desta vez não serei eu... Pois se por um lado a fragilidade me caracteziza, também a capacidade de auto-regeneração é algo que me desenha...
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Adinatha Kafka
quinta-feira, 8 de maio de 2008
É qualquer coisa como o anúncio da IKEA... Tens a casa cheia de recordações, memórias, enfim, tralhas. E o mais importante só está à espera de espaço para entrar...
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quarta-feira, 7 de maio de 2008
De vez em quando desapareces, evaporas-te, e eu tento procurar-te e tu não deixas. Porque és assim, esquivo e volátil? Porque não te deixas prender, se estas cordas que nos prendem deixam marca mas não magoam?
Acordei com uma música na cabeça e foi esta:
You could be my unintended choice
To live my life extended
You could be the one i'll always love
You could be the one who listens to my deepest inquisitions
You could be the one i'll always love
I'll be there as soon as i can
But i'm busy
Mending broken
Pieces of the life i had before
First there was the one who challenged
All my dreams and all my balance
She could never be as good as you
You could be my unintended choice
To live my life extended
You should be the one i'll always love
I'll be there as soon as i can
But i'm busy mending broken
Pieces of the life i had before
Muse Unintended
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Adinatha Kafka
terça-feira, 29 de abril de 2008
Às vezes penso que o que me falta, a única coisa que me falta na vida, é confiança. Maior parte das vezes não confio nem em mim, nem nos outros, mesmo naqueles em que deveria confiar... Enfim, podia agora dizer aquela frase tão cliché "foi a vida que me tornou assim", o que não deixa de ser verdade; o mundo molda-nos a seu bel-prazer sem sequer nos perguntar se querermos. A verdade é que já tive mais autoconfiança e já confiei mais nos outros. O que me levou a isto não sei, de todo. Mas hei-de um dia saber... Já tive mais confiança no que sentia e no que os outros sentiam por mim. Atenção - há vários tipos de sentimento... e confundir as coisas é meio caminho andado para nos magoarmos.
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quinta-feira, 24 de abril de 2008
Quando a paixão der cegueira
Quando o amor não der mais rasteira
Serei feliz com toda certeza
Me curvo a esse olhar de visgueira
Lhe dou uma flor do pé da roseira
E esse olhar de muita nobreza...
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quarta-feira, 23 de abril de 2008
sábado, 19 de abril de 2008
Quero quer voltes depressa, ouviste? Depressa, que não consigo respirar. Volta.
Ouvindo: Pain Eleanor Rigby
Letra: Tiamat Love is As Good As Soma
Mood: Close to the edge...
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Adinatha Kafka
terça-feira, 15 de abril de 2008
Within my stomach, scraped off my knees.
I drink the honey inside your hive.
You are the reason I stay alive.
Já passaram seis meses desde aquela noite em que me deixaste em casa com toda a esperança do mundo... seis meses em que a minha vida se tornou em algo que vale a pena existir. Não por ti, mas por me teres feito ver as coisas. Obrigada.
E se um dia te fores embora, que eu sei que vais... nunca te esqueças de quem te amou como se o amanhã não existisse, alguém que te trará sempre debaixo da pele.
Adoro-te.
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Adinatha Kafka
quinta-feira, 21 de fevereiro de 2008
sexta-feira, 15 de fevereiro de 2008
Há alturas na vida em que chegamos a uma encruzilhada. E há outras em que se dá uma viragem. Sabemos que a viragem se vai dar, mas não sabemos nem quando, nem que sinal teremos quando tal acontecer.
A viragem deu-se há pouco tempo. Sabia que algo ia mudar, temia que fosse para mal. Que tudo aquilo que tentei construir a teu redor se desmoronasse. Desta vez, estava enganada. Mudou, sim: agora sei, tenho a certeza que sim, que algo nos une desta maneira que sabes. Algo que só se fixou depois de quase uma semana longe de ti (que custa-me sempre tanto quando é só um dia ou dois...), depois de eu ter pensando tanto se queria estar disposta a enfrentar os teus silêncios e os teus medos, depois de eu mesma ter perdido medos infundados, criados pela minha (cada vez menos) baixa auto-estima e por cobiças alheias, depois deste tempo todo. Sim, é pouco tempo, mas sinto que foi já uma vida.
E soube que tudo seria melhor agora, depois de te ver e de te ouvir dizer que sentiste tanto a minha falta...
Se acho que vai durar para sempre? Não sei, mas o sempre seria algo demasiado longo para ser passado sem uma pessoa como tu. Afinal, a cada dia que passa descubro algo de novo em ti que me faz perceber o quão diferente e especial tu és, desde o facto de beberes mais chá que um inglês e imaginares situações de minesweeper para adormeceres, de teres o acordar mais bem disposto que conheço e de inventares músicas sempre com a mesma letra...
E ao acabar de escrever isso (sim, é lamechas, shame on me, mas fogo!, sabe tão bem às vezes escrever estas coisas!) não consigo evitar um sorriso na cara por saber que existes!
Ouvindo: Tonight, Tonight, Smashing Pumpkins
à(s)
13:21
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Adinatha Kafka