quinta-feira, 29 de maio de 2008
terça-feira, 27 de maio de 2008
I'll be your water bathing you clean
The liquid piece
I'll be your ether you'll breathe me in
You won't release
Well I've seen you suffer
I've seen you cry the whole night through
So I'll be your water bathing you clean
Liquid blue
The liquid piece
I'll be your ether you'll breathe me in
You won't release
Well I've seen you suffer
I've seen you cry the whole night through
So I'll be your water bathing you clean
Liquid blue
I'll be your father, I'll be your mother, I'll be your lover, I'll be yours...
Yours...
domingo, 25 de maio de 2008
Falar destas coisas é sempre tão complicado... Por aqui, neste cantinho, consigo dizer tudo o que me vai na alma, mas quando chega mesmo a altura de dizer realmente o que é preciso, mesmo preciso, a roçar a urgência... as palavras embargam-se e sai apenas um fio de voz.
E acho que cada vez mais vai chegando a altura de dizer mesmo o que tenho a dizer. Passaram já muitos meses em que calei o que sentia verdadeiramente, por medo de te afastar e em que respondia sempre que não quando me perguntavas se eu estava apaixonada ou se estava a gostar "mais do que deveria" de ti. Qualquer dia, digo a resposta que eu quero dizer e tu talvez não queiras ouvir... ou talvez queiras e tenhas medo de lidar com isso...
Sinceramente já não sei. Porque eu gosto de ti, percebes? E quando o digo, digo mesmo com o coração; uma vez disseste-me que dizias que gostavas de mim mas era aquele gostar de amigo e não me querias induzir em erro, lembras-te? Pois eu nunca esqueci, foi numa noite em que para mim o mundo pareceu ruir, certamente não te lembras, como não te lembrarás de muitas outras coisas que eu nunca esqueci. E não acredito que gostes de mim como se gosta de uma amiga como todas as outras.
Entendes o que quero dizer? Pensa bem: quantas vezes paraste na rua depois de passar alguém, só porque essa pessoa tinha o mesmo perfume que eu? Quantas vezes paraste o que estavas a fazer porque na rádio ou assim passava uma música que uma única vez ouvimos juntos?
Se eu te dissesse as vezes que isso me acontece, ficavas logo a saber o que tenho para te dizer...
E acho que cada vez mais vai chegando a altura de dizer mesmo o que tenho a dizer. Passaram já muitos meses em que calei o que sentia verdadeiramente, por medo de te afastar e em que respondia sempre que não quando me perguntavas se eu estava apaixonada ou se estava a gostar "mais do que deveria" de ti. Qualquer dia, digo a resposta que eu quero dizer e tu talvez não queiras ouvir... ou talvez queiras e tenhas medo de lidar com isso...
Sinceramente já não sei. Porque eu gosto de ti, percebes? E quando o digo, digo mesmo com o coração; uma vez disseste-me que dizias que gostavas de mim mas era aquele gostar de amigo e não me querias induzir em erro, lembras-te? Pois eu nunca esqueci, foi numa noite em que para mim o mundo pareceu ruir, certamente não te lembras, como não te lembrarás de muitas outras coisas que eu nunca esqueci. E não acredito que gostes de mim como se gosta de uma amiga como todas as outras.
Entendes o que quero dizer? Pensa bem: quantas vezes paraste na rua depois de passar alguém, só porque essa pessoa tinha o mesmo perfume que eu? Quantas vezes paraste o que estavas a fazer porque na rádio ou assim passava uma música que uma única vez ouvimos juntos?
Se eu te dissesse as vezes que isso me acontece, ficavas logo a saber o que tenho para te dizer...
sábado, 24 de maio de 2008
sexta-feira, 23 de maio de 2008
terça-feira, 20 de maio de 2008
AAAAAAAAAAAAAGH!!!!!!!!!
Tão depressa quero que a semana acabe rápido, como estou a ver o tempo a escassear. Tenho amanhã frequência a alemão e a unica coisa que sei dizer nessa língua é "Scheisse"... para não falar que o trabalho de inglês está a correr pior do que eu julgava... aaai..........Tirem-me deste filme :x
sábado, 17 de maio de 2008
sexta-feira, 16 de maio de 2008
Cannot wait...

quinta-feira, 15 de maio de 2008
quarta-feira, 14 de maio de 2008
Ardo e enquanto ardo vem um e outro ser com tochas para me queimar. Uma nova Inquisiçao, o Santo Ofício do que me mantém de pé, o suplício do meu gostar de mim. Ah, mas sim!, não conhecem a fénix...
E das cinzas hei-de renascer, mais forte, mais brilhante e quem sairá queimado desta vez não serei eu... Pois se por um lado a fragilidade me caracteziza, também a capacidade de auto-regeneração é algo que me desenha...
E das cinzas hei-de renascer, mais forte, mais brilhante e quem sairá queimado desta vez não serei eu... Pois se por um lado a fragilidade me caracteziza, também a capacidade de auto-regeneração é algo que me desenha...
*I just need another map of your head*
terça-feira, 13 de maio de 2008
Pela primeira vez vou fazer uma resposta aos comentários, em forma de post...
Não posso criar pilares muito sólidos. É uma fraqueza minha. Por mais que tente, os meus pilares são apenas areia, que o vento e o mar vão arrastando por mais que eu tente impedir. A autoestima é um dos pilares de areia que tento reconstruir por mim e com umas ajudas de vez em quando. Mas quando o vento e o mar se juntam tornam-se ainda mais destrutivos do que aquilo que são solitariamente.
Outro aspecto que me anda a corromper é a desconfiança... Cada vez mais tenho a certeza que só posso confiar em mim mesmo que confie cegamente em algumas afortunadas pessoas...
Outra coisa... Deixa-me em paz, 'tá? Já te pedi para não te meteres.
Não posso criar pilares muito sólidos. É uma fraqueza minha. Por mais que tente, os meus pilares são apenas areia, que o vento e o mar vão arrastando por mais que eu tente impedir. A autoestima é um dos pilares de areia que tento reconstruir por mim e com umas ajudas de vez em quando. Mas quando o vento e o mar se juntam tornam-se ainda mais destrutivos do que aquilo que são solitariamente.
Outro aspecto que me anda a corromper é a desconfiança... Cada vez mais tenho a certeza que só posso confiar em mim mesmo que confie cegamente em algumas afortunadas pessoas...
Outra coisa... Deixa-me em paz, 'tá? Já te pedi para não te meteres.
segunda-feira, 12 de maio de 2008
sexta-feira, 9 de maio de 2008
quinta-feira, 8 de maio de 2008
quarta-feira, 7 de maio de 2008
De vez em quando desapareces, evaporas-te, e eu tento procurar-te e tu não deixas. Porque és assim, esquivo e volátil? Porque não te deixas prender, se estas cordas que nos prendem deixam marca mas não magoam?
Acordei com uma música na cabeça e foi esta:
You could be my unintended choice
To live my life extended
You could be the one i'll always love
You could be the one who listens to my deepest inquisitions
You could be the one i'll always love
I'll be there as soon as i can
But i'm busy
Mending broken
Pieces of the life i had before
First there was the one who challenged
All my dreams and all my balance
She could never be as good as you
You could be my unintended choice
To live my life extended
You should be the one i'll always love
I'll be there as soon as i can
But i'm busy mending broken
Pieces of the life i had before
Acordei com uma música na cabeça e foi esta:
You could be my unintended choice
To live my life extended
You could be the one i'll always love
You could be the one who listens to my deepest inquisitions
You could be the one i'll always love
I'll be there as soon as i can
But i'm busy
Mending broken
Pieces of the life i had before
First there was the one who challenged
All my dreams and all my balance
She could never be as good as you
You could be my unintended choice
To live my life extended
You should be the one i'll always love
I'll be there as soon as i can
But i'm busy mending broken
Pieces of the life i had before
Muse Unintended
segunda-feira, 5 de maio de 2008
Sempre que atinjo algum patamar mais ou menos estável na vida, aparece sempre alguém do passado para destabilizar. Quero dizer, não destabiliza do modo que essa pessoa queria, mas deixa-me a questionar se eu sou burra ao ponto de me deixar ir abaixo por estar a magoar alguém que me magoou tanto...
As flechas inimigas são cada vez mais. Mas nem que eu as enfrente de corpo nu, a batalha será ganha.
(Às vezes inconscientemente, hipnoticamente, dizemos o que nos vai na alma. Porque não o dizes? Quero ouvir-te...)
As flechas inimigas são cada vez mais. Mas nem que eu as enfrente de corpo nu, a batalha será ganha.
(Às vezes inconscientemente, hipnoticamente, dizemos o que nos vai na alma. Porque não o dizes? Quero ouvir-te...)
